Percursos Sem Guia no Caminho de Santiago

O Caminho de Santiago é dos melhores roteiros pedestres para fazer sem um guia turístico ou sem qualquer espécie de acompanhamento especial. Veja alguns dos motivos que levam peregrinos e caminhantes, levados por motivações espirituais ou simplesmente desportivas, a percorrer o Caminho de Santiago. Estes apontamentos são relativos ao Caminho Francês, o mais tradicional e mais frequentemente utilizado.

Infraestruturas ao longo do caminho

Os críticos do Caminho de Santiago afirmam que tem demasiados pontos de apoio e se tornou demasiado comercial. Albergues, restaurantes e outras lojas estão por todo o caminho e garantem que o peregrino não precisará de guia nem de planear demasiado a viagem – nem sequer para encher a garrafa de água!

Se quiser poupar algum dinheiro para o Caminho, basta entrar em Spin Palace e começa logo a ganhar. Pode gastar este dinheiro extra nos muitos restaurantes e lojas que encontra ao longo do seu trajeto. Assim não precisa de se preocupar com o preço da próxima refeição nem com as pequenas lembranças para a família.

Oportunidades de socialização

Em 2015, mais de 260.000 pessoas puseram pés ao Caminho, mesmo se a maior parte completou apenas o trajeto final de pouco mais de 100 km, partindo de Sarria, de modo a garantir a atribuição da “compostela”, o certificado de conclusão. Se precisar de ajuda, orientação ou simplesmente alguém para conversar, não faltarão oportunidades para travar novos conhecimentos.

E quantos aos outros “Caminhos?”

Existem várias outras vias para fazer a peregrinação até Santiago, nomeadamente a Via de la Plata (que atravessa toda a Espanha, desde o sul) ou o curto Caminho Inglês (desde a Corunha e Ferrol, na própria Galiza). Os caminVia de la Platahantes portugueses têm, além do dito Caminho Português, outras opções como o Caminho do Interior (Viseu-Chaves-Galiza) e o do Mar (Porto-Esposende-Viana-Caminha-Galiza). É de referir que o carácter de “caminho principal” do Caminho Francês facilitou a disseminação de estruturas de alojamento, restauração e outras, o que não é tão frequente nos caminhos portugueses. Porém, o fato de caminharem no seu próprio país, sem qualquer barreira linguística, faz com que os “hikers” que gostam de partir à aventura também se dêem bem.

A peregrinação entre Lisboa e Santiago é especialmente desafiante, pela sua distância, sendo atualmente possível evitar os percursos pelas estradas nacionais, por onde ainda fluem – infelizmente – a maior parte das peregrinações até Fátima.

Leave a Reply